Nunca há de esquecer,
o que de fato fez mal,
mas nunca há de se amadurecer,
se há toda vida foram-te leal.
Nunca há de saber,
se nunca caires,
nunca há de envelhecer,
sem chorares, sem sorrires,
nunca há de seres,
sem antes morreres.
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segunda-feira, 8 de novembro de 2010
O moinho
O moinho do mundo
que nada muda
manipula
dissimula
o moinho do mundo.
O moinho,
a ventoinha,
o cata-vento,
tormento,
lamento,
o moinho da ventoinha que girava o cata-vento.
que nada muda
manipula
dissimula
o moinho do mundo.
O moinho,
a ventoinha,
o cata-vento,
tormento,
lamento,
o moinho da ventoinha que girava o cata-vento.
E o amor de Sofia...
E o amor de Sofia se envaideceu,
e assim como o meu,
se perdeu,
em águas correntes,
de formas elouquentes,
Sofia se jogou em medos,
afundou-se em apogeu,
e levou consigo o que não era teu.
e assim como o meu,
se perdeu,
em águas correntes,
de formas elouquentes,
Sofia se jogou em medos,
afundou-se em apogeu,
e levou consigo o que não era teu.
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